Forex Trading System [Anleitung und Beispiel] - TradingFreaks

Tenho 19 anos e quero investir (euros)

Boa tarde, eu tenho 19 anos e quero começar a investir dinheiro. Já estive a ver na internet várias formas de investir, desde o Forex e Stocks (pessoalmente não gostei muito) e flipping (comprar barato e vender com lucro)
Também estive a ver investimentos em skins de CS GO (comprar e vender no marketplace com lucro, mas a margem é pouca)
Estou ainda a juntar, mas em início de dezembro já devo ter 500 euros para investir, e procuro outras alternativas que acham que posso ganhar uma margem de lucro (fico contente que seja 50-100 euros por mês no início)
Pessoalmente prefiro investimentos que compre e venda a lucro, mas com artigos virtuais, tipo skins, jogos, chaves, entre outros.
Mas eu sou todo ouvidos, digam sugestões que devo fazer e obrigado pela atenção.
submitted by Raxnon to investimentos [link] [comments]

Puts on SLV and GLD

Recently Goldman came out with info that they are betting against the dollar in anticipation of a blue wave win. In this case that would be the DXY index.
CNBC Article: https://www.cnbc.com/2020/10/12/goldman-sachs-bets-against-the-dollar-on-blue-wave-prospects-and-vaccine-outlook.html
Here's the thing. Unless you're mind numbingly autistic, you know that the #1 firm in the world didn't decide to go short AFTER a 10% decline in value.
They need liquidity. They need forex plebs to short the dollar and fill their positions before they ramp DXY into the elecshun.
No I know what tards are thinking, "Why DXY up when money brinter go brrr?"
Here's the thing, during WWII the allied nations agreed on the Bretton Woods agreement which basically cemented the US dollar as the world's reserve currency. Meaning that was the currency to be bought during global economic uncertainty. (Google it)
Now retards like Robert Kiyosaki or Peter Schiff will tell you that's over. That's not the case, take a look at the DXY pump during the March crash. They just want you to buy their books.
The point is that DXY is going to pump into this alleged "blue wave" to protect the uncertainty behind the event.
The pump we have seen in metals like gold and silver are directly related to DXY. This is because gold and silver's only purpose is a hedge against inflation. Yes silver can be used for solar and jewelery blah blah idgaf I'm here for tendies not cope.
But as far as prices trending upwards, for inflationary hedged assets, this can only happen with the weakening of the dollar.
BUT THIS IS WHERE IT GETS FUCKED
You would think that with all the central bank printing inflation would be through the roof. But 3 weeks ago you saw JPOW struggle to answer how the FED will reach it's 2% inflation target. Today the bank of korea came out and stated inflation will remain low this year.
There are too many things in line for metals not to pump into the end of the year. Long term (mid 2021-2022) I think it's very possible to see actual inflation and see Gold climb to 2300 and Silver around 35.
But in the meantime I think these metals are in for a rocky end to 2020.
POSITIONS:
01/15/21 SLV 20P
01/15/21 GLD 185P
Tl;dr Goldman liars. Money printer brrr no work with elecshun. GLD / SLV down soon.
submitted by RothStonk to wallstreetbets [link] [comments]

James trading jar

Deparei-me com este rapaz que, tal como muitos outros que depois me apareceram em sugestões e publicidades do instagram, têm grupos onde publicam os seus sinais de trades no forex para as pessoas usarem. O processo é criar conta no BDSwiss, depositar 350€ no mínimo e depois enviar o ID do bdswiss para ele, através de mensagem no instagram, aí ele verifica a conta e associa a ele. Depois, transferir a aplicação MetaTrader4 e associar a conta BDswiss. Depois ele adiciona-nos ao grupo que tem no Telegram onde todos os dias úteis pública as suas trades, duas vezes por dia. Tinha um dinheiro “de parte” e decidi arriscar. O perfil de instagram dele é @jamestradingjar
Alguém que possa ajudar-me a perceber se isto é fidedigno?
No primeiro dia fiz 6€ de lucro (só usei as trades da tarde). Mas hoje segui as trades que ele partilhou de manhã e depois ao final da tarde. Acabei por perder hoje 20€. Gostava de dar uma oportunidade a isto e pelo que ele publica no instagram, de mensagens de feedback que as pessoas lhe mandam e etc, fiquei tentado a experimentar, mas sempre de pé atrás. Hoje depois de perder os 20€ fiquei a sentir-me um bocado arrependido, mas por outro lado também sei que este mercado pode ser muito instável e nem sempre se ganha, como é óbvio. E sei que parece scam, mas a verdade é que o gajo tem milhares de followers, o grupo no telegram também tem milhares de participantes... e pelo que vejo ele já faz isto desde 2018... acho que se fosse scam, já se tinha descoberto e já tinha visto mais posts no reddit e afins a falar dele...
O que acham?
submitted by Clabech21 to financaspessoaispt [link] [comments]

Revolut trading, Anexo J, câmbios de aquisição/realização e dores de cabeça.

Boas,
Queria ir usando os extratos mensais da Revo para criar um registo anual (pois não sei se a revo providencia um anual) para facilitar o preenchimento do anexo J no próximo ano.
Contudo estou com algumas dúvidas em como e onde aplicar as taxas de cambio (e quais)...
Primeiramente o valor em euros é convertido para usd à taxa em vigor.
Depois, não necessariamente no mesmo dia, nem o mesmo montante de usd são movidos para a carteira.
E não necessariamente no mesmo dia, nem o mesmo montante de usd são usados numa compra de X acções a custo $C;
No anexo J, qual é o valor da aquisição? A taxa no dia da conversão (taxa real que os dólares me custaram) pode ser significativamente diferente da taxa no dia da aquisição e no anexo J a data mencionada será esta última. Isto não irá levantar problemas nas finanças por usar um cambio diferente do da data de aquisição?
E aquando da realização, o valor que recebo da venda continua em dólares que ou irei reinvestir, ou levantar para a conta em dólares que, por sua vez, posso ou não passar para euros nesse dia. Uma vez mais que taxa devo usar? A taxa do dia da venda que não reflecte o meu real ganho/perca, ou a taxa do dia da conversão dos dólares para euros, que pode nem acontecer?
A somar a isto tudo, temos os reforços de dólares para a conta de investimento que irão ser misturados com os reforços anteriores para uma mesma transação. Aqui há duas ou mais taxas de conversão aplicadas numa só aquisição.
Por fim, não encontro nenhuma tabela oficial de cambios pra aplicar nas datas de aquisição/realização pelo que estou a dar voltas à cabeça em como lidar com isto da melhor forma no próximo ano.
Quase mais vale no anexo J ignorar os ganhos da categoria G e simplesmente tratar a operação toda como Forex Trading e apresentar apenas a mais valia total final dos euros que passaram a dólares, foram investidos e mais tarde voltaram a euros.
Alguém por aqui investiu na revolut em 2019? Como trataram o assunto este ano?
E quem só investiu este ano... como pensam lidar com este assunto pró ano?
submitted by tugasdocrl to literaciafinanceira [link] [comments]

Forex Retiro de Fondos

Buenas tardes....Que Xopa Pty peolpe,
Alguno sabe de un buen centro de cambios para fondos de forex?
Bitcoin es una opción pero la volatilidad propia de la moneda me puede dejar con incluso menos fondos al momento del cambio. Saben de alguna otra opción o método?
Slds,
submitted by TitoVGPty to Panama [link] [comments]

Review Trading212

Boa tarde,
Venho aqui deixar a minha review/opinião sobre a Trading212, visto ser uma corretora bastante falada nos ultimos tempos.

Visão geral:

A Trading 212 é uma empresa que está sediada no Reino Unido e é uma empresa que já existe desde 2004.  
Tem uma compensação pelo Financial Services Compensation Scheme de 85.000£ para todos os clientes, sendo das melhores protecções dentro da Europa.  
A Trading212 utiliza a Interactive Brokers como intermediária e todas as ações/etf’s que comprem na Trading212 estão guardados na Interactive Brokers que é uma corretora que tem cerca de 160 biliões de dólares investidos pelos clientes.  
Quanto ao dinheiro que está “parado” na conta vossa conta da Trading212, está na verdade sediado no Barclays e a Trading212 não tem acesso a esse dinheiro.  
 

Principais vantagens:

• Ações Fraccionais  
• Mais de 3000 ações e ETF’s  
• Zero comissões  
• Sem comissões de conversão de moeda  
• Bom suporte  
• Preenchimento automático do W8-BEN, documento importante para quem recebe dividendos  
• Excelente APP para telemóvel  
• Desenvolvimento continuo de novas funcionalidades    
 

Principais funcionalidades:

• Ações Fraccionais  
As ações fraccionias permitem-me investir pequenas quantidades em ações de grande valor. Por exemplo consigo investir 200$ por semana e dividir isso por empresas como Apple e Microsoft em que os 200$ não chegavam para uma ação.
• Desenvolvimento da “Pie”  
A “Pie” é uma funcionalidade que a Trading212 ainda está a desenvolver mas que vai permitir basicamente criar o nosso ETF. Com a pie, escolhemos as ações que queremos dentro da pie e depois escolhemos a alocação que cada uma das ações tem dentro da pie e assim temos praticamente o nosso ETF. Depois podemos mandar por exemplo 100$ para a pie e ela automaticamente compra as ações com as percentagens que definimos.  
 

Processo de abertura de conta:

O processo de abertura de conta na Trading212 é bastante simples e fácil.  
No processo de abertura de conta podem escolher entre a abrir conta Investing e/ou CFD e depende muito do que pretendem fazer dentro da Trading212.  
Para quem pretende apenas investir em ETF’s e ações, recomendo abrir só a conta Investing, pois ficam com a conta ativa mais rapidamente e não vão precisar da conta de CFD.  
Para quem pretende investir em Forex e/ou options, precisa de conta CFD que é a que tem esses instrumentos.  
Depois podem também escolher entre ter a conta em dólares ou euros que vai influenciar um pouco o processo de depósito de dinheiro e vai influenciar também a flutuação diária que vão ver, pois vão também estar ou não expostos as variações de câmbio.  
 

O meu processo de investimento:

Como invisto apenas em ações americanas e cotadas em dólares, escolhi a minha conta em dólares, o que me dificulta um pouco o processo de envio de dinheiro para a Trading212.  
Para enviar dinheiro para a Trading212 tenho que passar primeiro no Revolut, pois não tem taxas de conversão de moeda (a Trading212 também não tem, mas isto é diferente) e depois envio os dólares da minha conta do Revolut para a Trading212.  
Caso tenham ido para a conta em euros, podem enviar diretamente o dinheiro da vossa conta do banco e não tem que se preocupar com taxa nenhuma, porque caso comprem ações numa moeda que não euros, a Trading212 usa a taxa de câmbio atual e não cobra taxas nenhumas.  
A única taxa que paguei até agora relacionada com a Trading212, foi na primeira vez que enviei dinheiro para a Trading212, em que enviei diretamente do cartão do Novo Banco e foi-me cobrada uma comissão de conversão, mas pelo Novo Banco.  
   
Visto que a Trading212 é a corretora que uso, se tiverem alguma questão é so perguntar.  
Aproveito também para deixar o meu instagram https://www.instagram.com/acoesdividendos/ em que faço analises de corretoras/ações
submitted by afonsoocosta to financaspessoaispt [link] [comments]

Since I angered some Chads on /r/investing here's why I think China is the next "big short".

Fellow idiots,
I posted this comment which seems to have angered the highly sophisticated /investing community. I don't mind being downvoted but at least provide some counter arguments if you're going to be a dick. So in the pursuit of truth and tendies for all, I have prepared some juicy due diligence (DD) for WSB Capital on why China is on the verge of collapse.
TL;DR at the bottom.
Point 1: Defaults in China have been accelerating aggressively, and through July 2019, 274 real estate developers filed for bankruptcy, up 50% over last year. A bonus? Many Chinese state controlled banks have been filing for bankruptcy as well. Just google "china bank defaults" or something similar. Notice how many articles there are from 2019? When the banking system fails, everything else usually fails too.
Point 2: The RMB has depreciated significantly. Last time this happened, in 2015-2016, there was a significant outflow of foreign invested capital. According to the IIF, outflows reached $725bn due to the currency depreciation.. This time is different why again? I have heard some arguments why there will be less outflow this time, but I struggle to buy them.
Point 3: Despite wanting to operate like a developed economy, China still has not been able to shrug off the middle income trap. Their GDP per capita is comparable to countries we normally associated with being developing/emerging markets. Tangentially related to point 10.
Point 4: China is an export-dependent economy, with about 20% of their exports contributing towards their GDP. Less exporting means less GDP, less consumption (because businesses make less money, they pay people less, who in turn spend less), which has a greater effect on GDP than any declines in exports would have at face value. Guess what? Chinese exports dropped 1% in August, and August imports dropped -1%, marking the 5th month this year of negative m/m export growth..
Point 5: Business confidence has been weak in China - declining at a sustained pace worse than in 2015. When businesses feel worse, they spend less, invest less in fixed assets, hire less until they feel better about the future. Which takes me to my next point.
Point 6: Fixed asset investment in China has declined 30 percentage points since 2010. While rates are low, confidence is also low, and they are sitting on a record amount of leverage, which means they simply will not be able to afford additional investment.
Point 7: They are an extremely levered economy with a total debt to GDP ratio of over 300%, per the IIF, which also accounts for roughly 15% of global total fucking debt. Here's an interview with someone else talking about it too.
Point 8: Their central bank recently introduced a metric fuckton of stimulus into their economy. This will encourage more borrowing....add fuel to the fire. Moreover, the stimulus will mechanically likely weaken the RMB even more, which could lead to even more foreign outflows, which are already happening, see next point.
Point 9: Fucking LOTS of outflows this year. As of MAY, according to this joint statement, around 40% of US companies are relocating some portion of their supply chains away from mainland. This was in May. Since May, we have seen even more tariffs imposed, why WOULD companies want to stay when exporting to the US is a lot more expensive now?
Point 10: Ignoring ALL of the points above, we are in a global synchronized slowdown, with many emerging market central banks cutting rates - by the most in a decade. Investors want safety, and safe-haven denominated assets are where we have seen a lot of flocking into recently. Things that can be considered safe-havens have good liquidity, a relatively stable economy, and a predictable political environment.
Would love to hear opposing thoughts if you think China is a good buy. I am not against China, nor any other country for that matter, but I am against losing money (yes, wrong sub etc.), and I can not rationalize why anyone would be putting in a bid.
TL;DR: the bubble is right in front of your face, impending doom ahead, short everything, fuck /investing.
Edit, since you 'tards keep asking me how to trade this, there are a few trades that come to mind:
*not investment advice*
submitted by ComicalEconomical to wallstreetbets [link] [comments]

Review Trading212

Boa tarde,
Venho aqui deixar a minha review/opinião sobre a Trading212, visto ser uma corretora bastante falada nos ultimos tempos.

Visão geral:

A Trading 212 é uma empresa que está sediada no Reino Unido e é uma empresa que já existe desde 2004.  
Tem uma compensação pelo Financial Services Compensation Scheme de 85.000£ para todos os clientes, sendo das melhores protecções dentro da Europa.  
A Trading212 utiliza a Interactive Brokers como intermediária e todas as ações/etf’s que comprem na Trading212 estão guardados na Interactive Brokers que é uma corretora que tem cerca de 160 biliões de dólares investidos pelos clientes.  
Quanto ao dinheiro que está “parado” na conta vossa conta da Trading212, está na verdade sediado no Barclays e a Trading212 não tem acesso a esse dinheiro.  
 

Principais vantagens:

• Ações Fraccionais  
• Mais de 3000 ações e ETF’s  
• Zero comissões  
• Sem comissões de conversão de moeda  
• Bom suporte  
• Preenchimento automático do W8-BEN, documento importante para quem recebe dividendos  
• Excelente APP para telemóvel  
• Desenvolvimento continuo de novas funcionalidades    
 

Principais funcionalidades:

• Ações Fraccionais  
As ações fraccionias permitem-me investir pequenas quantidades em ações de grande valor. Por exemplo consigo investir 200$ por semana e dividir isso por empresas como Apple e Microsoft em que os 200$ não chegavam para uma ação.
• Desenvolvimento da “Pie”  
A “Pie” é uma funcionalidade que a Trading212 ainda está a desenvolver mas que vai permitir basicamente criar o nosso ETF. Com a pie, escolhemos as ações que queremos dentro da pie e depois escolhemos a alocação que cada uma das ações tem dentro da pie e assim temos praticamente o nosso ETF. Depois podemos mandar por exemplo 100$ para a pie e ela automaticamente compra as ações com as percentagens que definimos.  
 

Processo de abertura de conta:

O processo de abertura de conta na Trading212 é bastante simples e fácil.  
No processo de abertura de conta podem escolher entre a abrir conta Investing e/ou CFD e depende muito do que pretendem fazer dentro da Trading212.  
Para quem pretende apenas investir em ETF’s e ações, recomendo abrir só a conta Investing, pois ficam com a conta ativa mais rapidamente e não vão precisar da conta de CFD.  
Para quem pretende investir em Forex e/ou options, precisa de conta CFD que é a que tem esses instrumentos.  
Depois podem também escolher entre ter a conta em dólares ou euros que vai influenciar um pouco o processo de depósito de dinheiro e vai influenciar também a flutuação diária que vão ver, pois vão também estar ou não expostos as variações de câmbio.  
 

O meu processo de investimento:

Como invisto apenas em ações americanas e cotadas em dólares, escolhi a minha conta em dólares, o que me dificulta um pouco o processo de envio de dinheiro para a Trading212.  
Para enviar dinheiro para a Trading212 tenho que passar primeiro no Revolut, pois não tem taxas de conversão de moeda (a Trading212 também não tem, mas isto é diferente) e depois envio os dólares da minha conta do Revolut para a Trading212.  
Caso tenham ido para a conta em euros, podem enviar diretamente o dinheiro da vossa conta do banco e não tem que se preocupar com taxa nenhuma, porque caso comprem ações numa moeda que não euros, a Trading212 usa a taxa de câmbio atual e não cobra taxas nenhumas.  
A única taxa que paguei até agora relacionada com a Trading212, foi na primeira vez que enviei dinheiro para a Trading212, em que enviei diretamente do cartão do Novo Banco e foi-me cobrada uma comissão de conversão, mas pelo Novo Banco.  
   
Visto que a Trading212 é a corretora que uso, se tiverem alguma questão é so perguntar.  
Aproveito também para deixar o meu instagram https://www.instagram.com/acoesdividendos/ em que faço analises de corretoras/ações
submitted by afonsoocosta to literaciafinanceira [link] [comments]

A procura da melhor broker para Forex.

Boa tarde a todos. Sou novo nesta matéria e ainda estou em processo de estudo. Eu gostaria de começar no forex mas eu queria estar seguro da corretora. Eu já fiz bastantes pesquisas a procura da melhor broker mas ainda não cheguei a um resultado final. Queria perguntar qual seria a melhor broker regulada e fiscalizada aqui em Portugal. Outro dúvida é.... é melhor um broker do nosso país ou é mais recomendado utilizar brokers de fora? Desde já agradeço pela a atenção disposta.
submitted by luisoliveira20 to financaspessoaispt [link] [comments]

Vue d'ensemble de la finance aujourd'hui

Dans la logique de mon post sur la vulgarisation du marché monétaire, voici une vulgarisation de la finance dans sa globalité. Avant de me lancer dans le vif du sujet, je tiens à clarifier des notions importantes qui pourraient porter à confusion et que je sais que je verrai dans les commentaires. Je vais aussi vous donner un peu mon opinion personnelle pour éviter tout malentendu dans la discussion, sautez cette partie si ça ne vous intéresse pas. Si la modération trouve que c'est trop hors-sujet, libre à elle de supprimer le post.
J’ai entendu vos critiques dans les commentaires, j’avoue que j’ai vraiment trop simplifié certains passages, j’avais peur que le post soit trop long et trop technique, parfois au prix de la précision et de la rigueur, mea culpa. Cette fois-ci j’ai fait le choix de faire une synthèse des différents marchés financiers, qui régissent l’allocation des ressources financières dans notre société. Nombre d’entre vous ont dû entendre parler de certains d’entre eux, peut-être que vous participez à certains. Toutefois, comme dans mon autre post, je tiens à faire une précision importante. Les informations que je vous donne ici sont grandement insuffisantes pour que vous vous lanciez sur ces marchés, sans que cela s’apparente à une soirée au Monte Carlo pour votre portefeuille. Je ne vous incite aucunement à le faire, mon but étant uniquement d’éclairer ce qui se passe sur les marchés financiers, je n’ai aucune participation à quoi que ce soit, je ne suis pas rémunéré et je ne cherche pas à vendre ou à promouvoir quoi que ce soit. Je ne serai pas 100% exhaustif mais je ferai de mon mieux pour éclairer des sujets que vous pouvez parfois rencontrer dans la presse. Encore une fois, les questions et les remarques sont la bienvenue.
Un marché financier est une notion très abstraite somme toute, il s’agît de l’ensemble des acteurs, des informations et des outils qui font que l’offre (d’actifs) et la demande (le capital) se rencontrent. Ce n’est pas à confondre avec une bourse, qui est un lieu physique (et maintenant virtuel) où se rencontrent l’offre et la demande, ou une place financière, qui est une ville qui regroupe un grand nombre de marchés financiers et d’acteurs majeurs. Quand votre tonton vous prête 10k EUR pour que vous lanciez votre site d’e-commerce, ou que vous déposez de l’argent à la banque, vous participez à un marché financier. Au fil de l’histoire, différents outils financiers ont fait leur apparition, parfois graduellement, parfois brusquement sous l’impulsion de génies/fous (souvent des mathématiciens) et ont conféré des propriétés particulières aux marchés financiers. Il s’agît entre autres de la capacité à :
- Investitransférer le capital et les liquidités inutilisés
- Transférer le risque entre participants
- Echanger à l’international
- Eviter qu’il y ait trop de disparités entre les prix dans le marché, et qu’ils suivent (plus ou moins bien) la valeur intrinsèque.
Un marché efficace est par définition un marché qui reflète bien la valeur intrinsèque d'un investissement compte-tenu des informations disponibles. Des inefficacités peuvent surgir de coûts de transaction et/ou de frais d'agence élevés, de la faible liquidité des actifs ou encore à cause de barrières de toutes sortes. A mon humble avis, dans une économie de marché, il est dans l’intérêt public à ce que certains marchés soient efficaces pour que les inégalités économiques ne soient pas amplifiées et que toutes les classes sociales puissent y avoir accès, tant que cela ne se nuit pas indirectement à la société.
Parlons maintenant de prix et de valeur intrinsèque. La valeur intrinsèque d’un actif ou d’un instrument financier est la valeur financière (et parfois non-financière) future qu’il procurera, compte tenu de l’incertitude qu’il y a autour de la capacité de l’actif à réaliser cette valeur à l’avenir. La valeur intrinsèque est subjective car elle dépend de l’acheteur, principalement de son aversion et de sa capacité à encaisser le risque, mais pas que, comme nous allons le voir. Le prix reflète entre autres l’offre et la demande de l’actif, plus précisément les informations qu’ont les acheteurs, leurs biais et les barrières à la transaction, c’est pour cela qu’il peut dévier, parfois fortement, de la valeur intrinsèque. La valeur intrinsèque est fondamentalement impossible à connaître, mais cela ne veut pas dire qu’il n’y a pas de modèles mathématiques ou qualitatifs pour tenter de l’estimer. Ce qu’on appelle un acteur rationnel c’est un participant qui va, compte tenu de son capital, de ses besoins de liquidité, de son horizon d’investissement et de son aversion au risque (qui est une caractéristique rationnelle) acheter les actifs dont le prix est en-dessous de la valeur intrinsèque qu’il leur assigne et vendre ceux dont le prix est au-dessus de cette valeur.
Je ne crois pas qu’il y ait une façon non biaisée de présenter la finance alors je vais vous donner mon biais. Je crois personnellement en la finance comportementale et ce que je vais dire dans ce paragraphe est très controversé et mériterait toute une vie de recherche pour justifier (on peut en reparler dans les commentaires). Il faut savoir qu’il y a des paramètres anthropologiques (psychologiques, sociologiques, culturels, religieux et géographiques) qui viennent affecter les marchés, notamment leur efficacité, et les financiers et les régulateurs peuvent aborder le problème de plusieurs façons. Parfois on va trouver des intermédiaires qui vont faire fi de ces barrières, parfois on va tenter d’anonymiser les participants, parfois on va trouver un moyen de diffuser l’information à tous les participants, parfois on va réguler pour empêcher certains comportements nuisibles ou illégaux, ou bien on va créer des outils ou des stratagèmes pour contourner les barrières sans les effacer. La désintermédiation, la dérèglementation et le décloisonnement, ainsi que la volonté d’atteindre la concurrence pure et parfaite, ne sont pas toujours les meilleurs moyens d’avoir des marchés efficaces. Il faudrait que toutes les barrières socioculturelles, tous les biais psychologiques des participants des marchés disparaissent pour que cela puisse se faire, ce qui n’est évidemment ni souhaitable ni possible.
Le début est un peu technique mais est crucial pour que vous compreniez la suite. Premièrement, je vais vous parler de la notion de marché primaire et de marché secondaire, qui détermine où est transféré le capital et le risque. Deuxièmement, je vais vous parler de l’organisation et de la régulation des marchés. Troisièmement, je vais vous parler de la classification des marchés en fonction des instruments financiers qui s’y échangent et dernièrement je vais vous parler de la classification des marchés en fonction des actifs qui s’y échangent.
A – Les marchés primaires, secondaires, tertiaires et quaternaires.
Le marché primaire est le marché qui fait rencontrer ceux qui vont fournir des actions ou des obligations de leur propre entreprise, des matières premières ou autres actifs, en échange de capital. Quand une entreprise ou un Etat lèvent des fonds ils participent sur ce marché, quand une société d’exploitation de pétrole brut vend ses barils elle y participe aussi. Quand vous prêtez de l’argent à votre pote, ou que vous achetez une maison neuve à un promoteur immobilier vous participez au marché primaire. En général, il s’agît d’un marché désorganisé où des particuliers et des entreprises se rencontrent par leurs propres moyens (bouche à oreille, publicité) et qui est très peu régulé, qu’on appelle gré-à-gré, que j’expliciterai bientôt. Ce marché est relativement risqué et peu transparent, en général votre seul recours juridique est le civil et si votre contrepartie fait faillite vous n’avez aucune garantie de pouvoir récupérer votre dû. Il demande de faire confiance à votre contrepartie, d’être compétent et parfois spécialisé dans ce domaine ainsi que d’être particulièrement critique des informations que l’on vous donne. Quand il est organisé, il s’agît le plus souvent d’une vente aux enchères entre participants agréés.
Le marché secondaire est le marché où les actifs sont revendus entre investisseurs, ici le capital et le risque sont transférés d’un investisseur à un autre. Ce marché a plusieurs fonctions, il permet entre autres aux investisseurs de sortir du marché quand ils en ont envie, de standardiser et regrouper les actifs, d’actualiser le prix des actifs en fonction des événements et de permettre à un plus grand nombre d’investisseurs de détenir certains actifs qui leur serait parfois impossible d’obtenir faute de contacts ou de moyens. Si une action ou une obligation est échangée sur le marché secondaire, cela veut dire que l’entreprise sous-jacente a donné son accord à ce qu’elle renonce à choisir qui détient ses parts ou sa dette (à quelques exceptions près), elle n’est pas affectée directement par la transaction. Le marché secondaire est le plus souvent organisé et régulé, moyennant commission. Il est le plus souvent organisé dans un type d’enchère très particulier qu’on appelle bourse, ou bien d’un marché organisé par un courtier.
Je parle brièvement du marché tertiaire et du marché quaternaire car vous pourrez peut-être en entendre parler, le marché tertiaire est le marché où les courtiers interagissent avec les grosses institutions (souvent des banques) et le marché quaternaire est le marché entre grosses institutions uniquement. Ce sont des marchés gré-à-gré.
B – L’organisation et la régulation des marchés
Le marché le plus basique est le marché gré-à-gré ou over the counter (OTC) en anglais. Comme je l’ai dit plus haut, ce marché n’est pas organisé, il est sans intermédiaires. Pour y participer il faut trouver des contreparties par ses propres moyens, chercher les informations par soi-même et surtout faire confiance à la personne en face, chose qui n’est pas toujours facile. C’est surtout sur ce marché que se manifestent les barrières anthropologiques et les biais psychologiques car il y a peu de moyens de réguler ce qui s’y passe ou d’être sûr des informations que l’on a. Bien évidemment il existe des lois et des garde-fous juridiques ou médiatiques, mais vous êtes libres de rédiger n’importe quel contrat légal sur ce marché. C’est d’ailleurs ici que vous verrez les instruments financiers les plus complexes comme les options exotiques ou les swaps. Sur le marché gré-à-gré on dit que la liquidité est faible, comme vous avez souvent affaire à des actifs uniques (startups, œuvres d’art, options exotiques) que très peu de personnes convoitent, ce qui fait qu’il est coûteux et long de trouver des acheteurs, et ce qui pousse les prix à la hausse.
Je ne vais pas m’attarder dessus car il y a énormément à dire dessus, mais la vente aux enchères est une forme d’organisation des marchés. Vous y trouverez par exemple les obligations souveraines, les œuvres d’art ou bien, lors d’une introduction en bourse d’une entreprise, des actions sont attribuées aux premiers actionnaires via une enchère, ce qui permet de déterminer le prix initial de l’action en bourse. Si cela vous intéresse, regardez les différents types de vente aux enchères comme l’enchère anglaise ou l’enchère néerlandaise. Ici vous avez quelques intermédiaires qui rentrent en jeux comme le commissaire-priseur ou la banque d’investissement pour l’introduction en bourse, qui vont prendre leur commission en échange de la publicité qu’ils fournissent à votre actif et de la facilitation de la transaction – autrement dit de la liquidité. Il est à noter qu’un commissaire-priseur qui tient à sa réputation va exiger certaines contraintes et garanties sur l’actif, ce qui donne un début de régulation au marché financier. Dans le cas d’une introduction en bourse (Initial Public Offering ou IPO), les exigences sont draconiennes, les comptes financiers, les cadres dirigeants de l’entreprise et les actionnaires actuels sont scrutés à la fois par l’Autorité des Marchés Financiers (AMF) en France, et les analystes financiers.
La bourse est une forme d’enchère très spécifique. Elle rassemble des traders qui travaillent pour des courtiers ou des sociétés de gestion d’actifs et fonctionne avec une enchère dite continue/dirigée par ordres et est chapeautée par l’AMF en France. Les traders donnent des ordres de vente et d’achat – soit ils donnent un prix et achètent ou vendent tout ce qui est à un prix meilleur ou égal, soit ils spécifient une quantité et achètent ou vendent peu importe le prix, il existe aussi des ordres plus complexes où l’on spécifie un prix, une quantité et une date limite, entre autres. La bourse génère des profits en prenant une commission sur chaque ordre et à chaque fois qu’une nouvelle entreprise rentre sur le marché s’il s’agît d’une bouse d’actions. Ici il n’y a pas un prix unique pour un actif, il y a le prix de la demande (ask) et le prix de l’offre (bid) – il faut proposer un prix égal ou supérieur à l’ask pour pouvoir acheter l’actif et un prix inférieur ou égal au bid pour pouvoir le vendre. Un des effets de cette structure de marché (qui peut paraître contre-intuitif pour ceux habitués au marché gré-à-gré) est que plus on veut acheter une grande quantité de l’actif, plus il va falloir proposer un prix élevé, et inversement plus l’on veut en vendre, plus il va falloir baisser son prix. La bourse crée un peu plus de symétrie entre les acheteurs et les vendeurs, ce qui n’existe pas dans le marché gré-à-gré où l’avantage est déterminé largement par le contrôle qu’ont les acheteurs et les vendeurs sur le marché et l’information en circulation. Le rapport de force ne disparaît pas entièrement mais est artificiellement atténué. Cela fait aussi que si beaucoup d’acheteurs et vendeurs sont intéressés par un actif et que beaucoup d’ordres circulent, statistiquement la différence entre le bid et l’ask sera plus faible, c’est pour cela qu’on mesure traditionnellement la liquidité d’un actif en bourse par la différence entre le bid et l’ask, qu’on appelle le « bid-ask spread », par la moyenne du bid et de l’ask. En exigeant une forte transparence, en attirant des analystes financiers, les autorités des marchés et les médias, la bourse est un peu moins risquée que le marché gré-à-gré, permet d’avoir une meilleure idée de la valeur intrinsèque et surtout une bien meilleure liquidité, bien sûr à un prix. Bien sûr, le risque propre aux rendements futurs de l’investissement n’est pas vraiment affecté et jouer en bourse reste relativement risqué, voir même à espérance négative dans le cas du marché des changes. Sans rentrer sans les détails, la bourse permet parfois d’effectuer la vente à découvert (short-selling), c’est quand vous empruntez un actif à quelqu’un qui le détient, moyennant commission, pour le vendre immédiatement, le racheter plus tard (en espérant que les prix ont fortement baissé) et le rendre à son propriétaire après – cette pratique permet dans de nombreux cas d’ajuster des prix trop élevés lorsque pour x ou y raison les détenteurs ne les vendent pas alors que le prix est surélevé. Traditionnellement une bourse se tient dans un lieu physique mais maintenant c’est largement effectué virtuellement.
La dernière structure de marché majeure est le marché organisé par un courtier – souvent une banque d’investissement. Ici le courtier achète une grosse quantité d’actifs sur la bourse en tant que broker et la revend au détail à ses clients en tant que dealer, ses traders sont là pour répondre à la demande des clients au meilleur prix possible et à liquider le surplus. Le courtier peut prendre une commission sur les ordres, fixer son propre bid-ask en fonction de ses stocks disponibles et empocher la différence. Dans certains cas il peut prêter de l’argent à ses clients pour qu’ils achètent ses produits et encaisser les intérêts du prêt ou encore proposer les services d’analystes financiers qui vont faire des recommandations aux clients (a.k.a full service). Ces marchés restent contrôlés par l’AMF en France vu le contrôle qu’a le courtier sur son marché, le but étant que ses prix suivent ceux de la bourse. Le courtier gère son propre risque et met des limites (comme le margin call) pour éviter que ses clients ne fassent faillite – il est perdant si cela se produit, surtout s’il a prêté de l’argent à son client, il a surtout intérêt à ce que son client continue d’effectuer des ordres car c’est comme cela qu’il se rémunère, parfois au détriment du client.
C – marché au comptant, marché à terme et marché dérivé
Le marché au comptant, en anglais « spot » est le marché où les échanges ont lieu en temps direct – si accord il y a, l’actif et le capital sont échangés au moment de la transaction. Sans aucun autre instrument il n’offre pas beaucoup de flexibilité, il ne permet pas de manipuler facilement le risque auquel on s’expose, car en achetant un actif on prend à 100% le risque du sous-jacent et on est totalement soumis aux aléas des prix.
Le marché à terme est un peu différent. Ici on s’engage dans des contrats spécifiques où l’on se met d’accord sur un prix et où l’échange de capital et d’actif s’effectue à une date postérieure, peu importe le prix du marché à ce moment. Le terme utilisé pour dire qu’on rentre dans un contrat à terme est prendre une position. Ici on a un transfert d’une partie du risque de l’acheteur de l’actif (on dit qu’il est en position longue) au vendeur (on dit qu’il est en position courte). En effet, celui en position longue préfère fixer le prix futur et ne pas prendre le risque que les prix baissent et celui en position courte prend le risque d’acheter quelque chose qui en vaudra moins à la date de l’échange. Cela permet à certains investisseurs de couvrir, par exemple, leur risque de change s’ils savent qu’à une certaine date ils voudront échanger une certaine somme de monnaie contre une autre et à d’autres qui ont une plus grande capacité à encaisser le risque de spéculer. Ces contrats ont d’autant plus de valeur que le sous-jacent est volatile. Vu qu’on a vu le marché gré-à-gré et la bourse, je vais parler des différences entre les deux sur le marché à terme. Sur le marché à terme gré-à-gré, les contrats à terme sont appelés « forwards », vous pouvez les personnaliser comme vous voulez, avec vos prix, vos quantités, vous négociez ça. Cependant, si votre contrepartie fait faillite avant l’exécution du contrat, vous n’avez aucun moyen d’effectuer la transaction et vous n’avez aucun moyen de sortir de ce contrat si vous-mêmes vous avez des difficultés à remplir vos obligations. Si vous êtes un agriculteur qui vend sa récolte de l’année prochaine avec ce type de contrat, vous avez intérêt à faire en sorte que vous produisez assez pour l’exécuter ou que vous pouvez acheter ce qui vous manque si vous n’y parvenez pas le jour de la livraison. Sur le marché à terme en bourse c’est un peu différent, ici les prix, les quantités, les obligations contractuelles et modalités de livraison sont fixés à l’avance par l’offre et la demande et ne sont pas négociables, avec ce qu’on appelle les contrats « futures ». L’avantage des futures est que si vous pensez qu’il y a un risque que vous ne puissiez apporter votre partie du contrat (le capital ou l’actif), vous pouvez vous dégager de votre obligation contractuelle en cédant votre position à quelqu’un en capacité de le faire – si vous avez de la chance, plus de participants pourront exécuter votre position maintenant, ce qui normalement devrait rendre votre position attirante et on vous achètera votre contrat. Si au contraire, nombre comme vous ne peuvent exécuter ce contrat (mauvaises récoltes à cause de la météo par exemple), vous aurez du mal à le céder et vous serez peut-être obligé de payer quelqu’un pour qu’il l’exécute à votre place. Par ailleurs, les participants sont obligés d’avoir un apport en capital pour rentrer dans un future et si par hasard votre contrepartie fait faillite, la chambre de compensation (ou clearing house) vous remboursera, ce qui élimine le risque de contrepartie. Autre particularité du contrat à terme, vous pouvez conserver la rente de votre actif tant que la date d’exécution n’est pas venue, mais vous devez toujours payer les frais de stockage, livraison ou autres, ce qui est bien sûr pris en compte dans le prix.
Le marché des dérivés est vraiment là où le risque est transféré et manipulé. Ici on échange ce qu’on appelle des options/warrants, des contrats d’échange (swaps), des pensions livrées (repurchase agreements ou « repo »), les couvertures de défaillance (credit default swaps, CDS) entre autres. N’ayez crainte on va attaquer chacun de ces termes. D’abord, sur le marché des dérivés en bourse on a les options dite « vanilla ». Une option, contrairement à un contrat à terme, donne le droit et non l’obligation, d’acheter ou de vendre un actif à un moment donné à un prix donné et on effectue une transaction financière pour rentrer dans ce contrat, proportionnelle au risque que transféré d’une partie à l’autre. Le droit d’acheter l’actif est appelé « call » et le droit de le vendre est appelé « put », le prix convenu est appelé « strike price ». Si le jour venu votre strike price est plus intéressante que le prix de l’actif à ce moment-là, on dit que votre option est « in the money » (ITM), si votre option est moins intéressante on dit qu’elle est « out of the money » (OTM) et si elle est aussi intéressante que le prix actuel, on dit qu’elle est « at the money » (ATM). Si votre option vous donne seulement la possibilité d’exercer votre droit à une date donnée, on dit qu’elle est de style européen, si vous pouvez l’exercer à n’importe quel moment jusqu’à la date convenue on dit qu’elle est de style américain. Plus le prix de l’actif sous-jacent est volatile, et plus il est facile d’exercer l’option (par exemple si elle est de style américain), plus il y a de fortes chances que l’option soit in-the-money, plus la valeur de l’option augmente, car le détenteur transmet beaucoup de risque à sa contrepartie. Vous trouverez aussi en bourse de commerce des options sur la météo, pour vous protéger en cas de mauvaises récoltes par exemple. L’intérêt de ces options est qu’elles peuvent facilement créer de gros effets de levier étant donné qu’une option vaut typiquement 2-10% de l’actif sous-jacent, puis comme c’est échangé en bourse on peut s’en débarrasser rapidement si on ne peut pas les exercer faute de moyens ou d’actif. Pour les matheux intrigués je conseille en introduction le modèle de Black-Scholes. Sur le marché gré-à-gré on va retrouver tous les contrats divers et variés susmentionnés. Une warrant est une option non-échangeable émise par une banque en série limitée. Ensuite on a les options exotiques, qui sont tout un tas d’options avec des règles particulières. Pour vous donner des exemples on a des options pour échanger des actifs (pourquoi pas du blé contre une action Google ?), les options style asiatique qui vous donnent le droit d’acheter un actif à son prix moyen sur une période donnée (pour vous protéger de la volatilité) ou les options style parisiennes qu’on ne peut exercer que si le prix du sous-jacent est dans certains clous pendant une certaine période (pour vous protéger de la manipulation des cours). Le swap ou contrat d’échange est quand deux parties se mettent d’accord pour faire plusieurs contrats à terme à répétition, nous allons en voir des exemples plus tard. Je m'attarde un peu sur le repo car c'est très discuté dans les actualités récemment. J'y ai fait référence dans mon post sur la monnaie. Un repo est une transaction spot (actif contre capital) plus un contrat forward pour que l'actif soit racheté à une période future. C'est une façon pour une institution financière d'emprunter de l'argent à une autre (souvent pour une très courte période, parfois 24h), comme la banque centrale, sans que l'autre partie ne prenne quelconque risque, tant est que l'actif échangé soit fiable, comme un bon du trésor. La banque centrale injecte des liquidités temporairement, elles reviennent dans ses coffres le jour suivant. Ce n'est pas comme le Quantitative Easing où l'actif est définitivement acheté par la banque centrale et l'argent est injecté durablement dans le système. La banque centrale fait des repo pour imposer pratiquement par la force les taux qu'elle veut transmettre au reste de l'économie, surtout lorsque les banques commerciales ne se font plus confiance et font grimper leurs taux au-delà des limites définies par la banque centrale. Les couvertures de défaillance servent à rembourser les détenteurs d'obligations lorsque l'entreprise sous-jacente fait défaut (c'est un contrat d'assurance).
Synthèse de l'organisation et de la classification des marchés
D – Les marchés selon les types d’actifs
Le marché monétaire (que j’ai couvert en détail dans mon post précédent) est le marché où les liquidités excédentaires sont prêtées pour une période courte aux entreprises, particuliers ou Etats qui en ont besoin, moyennant une rente nommée intérêt. je vous renvoie à mon post sur le sujet
Le marché de la dette long-terme est là où se financent les participants qui veulent des fonds pour une période supérieure à deux ans, moyennant intérêts. On appelle le marché où s’échange entre investisseurs la dette long-terme le marché obligataire. On a des obligations de différents types en fonction des intérêts versés ou des options attachées à l'obligation. Une obligation a un principal et un coupon (l'intérêt versé périodiquement). Une obligation sans coupon est un zéro-coupon et au lieu de verser un intérêt, on prête initialement une somme au débiteur qui est inférieure au principal qu'il doit rendre à la fin du contrat. Le principal peut être remboursé progressivement comme pour une dette immobilière (amortissement) ou en totalité d'un coup à la fin du contrat (bullet bond). Le coupon peut être à taux fixe ou variable. Si c'est variable ce sera en général le LIBOR + une petite prime de risque/liquidité ou bien une grosse prime - le LIBOR. Comme on peut revendre des obligations sur le marché secondaire, leur prix va varier en fonction du risque que le débiteur fasse défaut et des taux. Si les taux en vigueur aujourd'hui sont meilleurs que celui de votre obligation, sa valeur relative décroît. C'est pour cela que les obligations d'Etat ont un risque de prix sur le marché secondaire et ne sont pas sans risque, le risque de défaut n'est pas le seul risque d'une obligation. Une des propriétés vertueuses des obligations est la convexité, en termes simples, une obligation peut plus facilement prendre de la valeur si les taux baissent, qu'elle ne peut en perdre si les taux augmentent. On trouvera sur le marché des dérivés des couvertures de défaillance (CDS), des repo et des swaps pour échanger des taux fixes contre des taux variables, ainsi que des mortgage-backed-securities (MBS) qui regroupent de nombreux crédits immobiliers d'une banque régionale ou des collateralized-debt-obligations (CDO) qui regroupent des crédits et d'autres instruments financiers pour produire un actif complexe avec un risque personnalisé (souvent très élevé). Ce sont les CDO, les MBS et les CDS qui ont causé la crise de 2008 comme les agences de notation n'ont pas fait leur rôle et ont sous-estimé le risque de ces produits.
Le marché action est le marché où s’échangent les parts des entreprises. Une action représente la valeur résiduelle des profits (ou de la liquidation) d’une entreprise une fois que tous les créanciers (l’Etat compris) sont payés. Certaines actions ont des droits de votes, d’autres non. Elles versent une rente appelée dividendes, qui sont variables en fonction des résultats de l’entreprise ainsi que de ses besoins en capital. Une définition alternative d’une action est une dette à durée indéterminée/illimitée. En bourse on va calculer la valeur intrinsèque de l'action en faisant la somme des dividendes futurs qu'on espère plus le prix de cession espéré divisisés par un taux qui représente le risque de l'investissement et le retour minimum qu'on attend en échange. Alternativement on calcule la valeur liquidative des actifs de l'entreprise moins sa dette si on pense qu'elle va faire faillite. Plus un dividende est éloigné dans le temps, moins il comptera dans la valeur intrinsèque, puis si l'on estime que le risque est élevé, les dividendes lointains ne comptent quasiment pas. Si on pense que le marché est efficace, deux autres méthodes populaires existent, la première est appelée les multiples. En gros on regarde les entreprises comparables et on calcule ler prix divisés par leurs revenus par exemple, puis on multiplie les revenus de l'entreprise qu'on analyse par ces multiples pour avoir une idée de sa valorisation relative. Sinon, on regarde à quel point l'action varie en même temps que le restedu marché. Si l'action varie moins fortement que le marché, on lui donne une valeur plus grande, inversement si elle varie plus fortement on baisse sa valeur car on considère que c'est une action risquée. Hors bourse, il y a plusieurs méthodes. Si l'entreprise est toute nouvelle on va surtout valoriser la compétence des entrepreneurs pour estimer le risque, si l'entreprise gagne déjà de l'argent mais ne verse pas de dividendes on va regarder ses flux de trésorerie et son EBITDA. On classifie les actions en fonction des secteurs industriels, du prix par rapport aux revenus nets, flux de trésorerie et aux dividendes (Value et Growth) ainsi qu'en fonction de leur capitalisation boursière. On trouvera ici nos options, mais aussi des indices boursiers qui font la moyenne des rendements (en terme de prix et de dividendes) d'un groupe d'actions, soit à part égale pour chaque entreprise, soit pondérée par leur capitalisation boursière ou leurs prix par action individuelle. Ces indices sont suivis par des fonds indiciels, qui peuvent être soit des fonds mutuels (achetés en gré-à-gré) ou des ETF (achetés en bourse/courtiers). On trouvera ici nos options, nos warrants, des equity swaps (échange de dividendes par exemple) ou des total return swaps (pour les ETF synthétiques, voir mon post sur le sujet).
On notera que le marché action et le marché obligataire forment le marché dit des capitaux.
Le marché des changes (Foreign Exchange ou tout simplement ForEx en anglais) est le marché qui fait jonction entre les différentes économies et permet de convertir une monnaie en une autre – la monnaie ne verse pas de rente mais est sujette à l’inflation/déflation de l’économie qu’elle représente. L’offre et la demande d’une monnaie est déterminée par l’attractivité de l’économie – si beaucoup d’investisseurs étrangers veulent y investir, la demande pour la monnaie va croître et sa valeur relative va s’apprécier, ou bien si des ressortissants d'un pays veulent renvoyer des liquidités chez eux. Alternativement certaines monnaies sont fixées à d’autres monnaies ou, rarement aujourd’hui, fluctuent en fonction du prix de certaines matières premières et de la quantité d'icelles possédée par la banque centrale par rapport à la demande de la monnaie. Dans le cas des cryptomonnaies, en plus de la demande et l'offre de monnaie, on valorise aussi la qualité des services, la capacité de calcul allouée et coût pour effectuer les transactions. Ici on peut faire des swaps de monnaie, en gros simuler le coût d'un échange de monnaie sans s'échanger réellement la monnaie. Ca permet de couvrir le risque de change sans passer par le marché classique.
Le marché alternatif est composé de plusieurs marchés comme le marché des matières premières (représenté par les bourses de commerce) où s’échangent métaux précieux, l'énergie, le pétrole et blé entre autres, le marché des fonds d’investissement à stratégies alternatives type private equity/venture capital/hedge fund avec des stratégies impossibles à réaliser pour des particuliers seuls, le marché de l’immobilier – où la rente est appelée loyer, le marché des œuvres d’art, du vin et j’en passe et des meilleurs. Sur les matières premières on va aussi trouver des indices de prix (commodity indexes), des futures sur l'or, des options sur la météo et des forwards sur des matières exotiques. L'immobilier est classé en plusieurs catégories comme le résidentiel, le commercial et les bureaux, les actifs peuvent être détenus en direct ou à travers des fonds privés ou cotés.
En résumé
Voilà une synthèse de la finance aujourd'hui. J'ai omis des sujets comme la FinTech car cela sort du propos, mais, tant est que la modération l'accepte, je vais publier une brève histoire de la finance qui comprendra cela. J'ai fait exprès d'aborder certains sujets sans trop les creuser, notamment les bulles financières, car je préfère répondre à des questions précises plutôt que de me lancer dans une explication qui va perdre tout le monde. Je n'ai pas eu le temps de faire tous les graphiques et schémas que je voulais mais si vous en voulez en particulier ce sera avec plaisir. Si vous voulez des sources pour des éléments particuliers hésitez pas, j'ai toute une bibliographie d'articles et de livres. Merci à ceux qui m'ont encouragé à écrire ce post.
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Mais um esquema em pirâmide que chega a Portugal

Escrevi pelo telemóvel, daí a má formatação.
Mais um esquema em pirâmide que chega a Portugal...
Há alguns dias atrás reparei nuns insta stories estranhos de um antigo colega de escola, hoje num desses stories estava tagada outra pessoa, cliquei e chego à página nomedapessoaMindSet.
A dita pessoa diz ser um investidor, e na sua página para além das publicações e stories com freses genéricas do tipo "muitas pessoas querem ter sucesso, poucas querem pagar o preço" #empreendedorismo #sucesso #goals #entrepreneur #entrepreneurlife e bla bla bla wishkas saquetas, exibe um estilo de vida acima da média, mostrando como supostamente é tão fácil ter uma vida igual sem ter um trabalho das 9 às 18, desde que as pessoas estejam dispostas a investir nelas mesmas.
No meio de tanto #vempromovimento, stories de "procuramos jovens com espírito empreendedor que querem evoluir profissionalmente e financeiramente" e promessas de liberdade de tempo e dinheiro, convencem um monte de cromos a pagar pela suposta aplicação para comprar e vender no mercado FOREX, e por um chat de dicas de quando o fazer...
Tudo isto para além do custo inicial tem também um custo mensal e como qualquer esquema em pirâmide recebem bónus por cada 3 pessoas que conseguem que adira a isto, e assim sucessivamente (imaginem um esquema em árvore, sempre a ramificar-se em três), bónus este que cresce exponencialmente e que os faz atingir novas tiers (todas eles com uns nomes fancy como executive, platinum, global platinum e presidential).
Claro que o que eles publicitam não é isto, o que eles mostram é um bando de jovens na casa dos 20 anos, todos arranjadinhos, vestidos de fatinho, com fotos em lounges de vários hotéis de renome, como se tivessem acabado de sair da reunião de negócios da vida deles, ou então a fingir que estão a falar ao telefone a tratar de negócios. Quando não é isto são fotos na praia ou na serra com descrições do tipo "hoje é segunda feira e eu tenho a oportunidade de estar neste sítio lindo porque faço os meus próprios horários e escolho onde trabalho".
Pelo meio uns prints do dito chat, onde dão um sneak peek das dicas que deram e como atingiram a meta, e caem mais um cromos. Este menino em questão pelos vistos até palestras pagas já deu, palestras a encher chouriços com frases de mindset e no final toma lá um esquema em pirâmide maravilhoso que vai mudar a tua vida.
E lá cai na esparrela quem já pouco tem, depois de lhes encherem os ouvidos com "desculpa: não tenho dinheiro, não posso empreender. Motivação: não tenho dinheiro, preciso de empreender." entre outras acusações ao que eles chamam mentalidade de pobre.
Claro que o mercado FOREX existe e é um dos maiores do mundo, no entanto não é nestas pequenas trades que está o dinheiro (embora eles prometam lucros na ordem dos 5% a 8% lol), e sim nas inscrições de mais "empreendedores".
Pelos vistos a dita empresa por trás disto é a KUVERA (antiga wealth generators), que oferece a dita "consultoria financeira", fundada nos EUA (Utah), que entretanto cresceu para o México, mercado espanhol e agora chegou a Portugal.
O que me espanta neste antigo colega meu é que é uma pessoa com estudos superiores, que mais tarde ingressou num dos ramos das forças armadas portuguesas para trabalhar na sua área de estudos, e mesmo assim caiu na esparrela (isso ou sabe muito bem no que se está a meter e acredita que consegue enganar uns quantos de modo a também ele subir na pirâmide)... realmente há pessoas que ficam deslumbradas com as fotos e vídeos que publicam.
Ai a magia das redes sociais...
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Un bon courtier pour non-résidents ?

Bonjour à tous,

Profil
Age: 30 ans
Situation: Célibataire
Immobilier: aucun car non souhaité
Investissements:
Voilà je me suis régulièrement expatrié ces 10 dernières années: Royaume-Uni, Australie et Nouvelle Zélande avec grosso-modo changement de résidence fiscale tous les 2-3 ans.
Je rentre en France bientôt pour un an pour ensuite aller au Canada sur plusieurs années et après on verra bien.
Pas toujours facile dans ce contexte d’investir ses économies !
Les premiers réflexes qui sont d’abonder des enveloppes fiscales type PEA ne s’appliquent pas vraiment pour moi car à partir du moment où je quitte le pays, ces enveloppes deviennent de simples comptes-titres aux yeux des futurs pays que je visite.
Je ne sais pas encore où je me “poserai” dans le long terme. Cependant j’aime l’idée que mes investissements long-terme soient domiciliés en Europe.
Donc dans ce contexte et pour ne pas pas rester trop longtemps en dehors des marchés, je pensais centraliser mon épargne d’investissement sur:
Peu importe où je me trouve à l’instant T, je convertirais mon épargne mensuelle en EUR (transaction forex à 2$ chez IB si je ne m'abuse) et alimenterait ce compte-titre européen.
Malgré mes recherches (innombrables blogs, forums et livres), je suis encore incertain sur le broker idéal pour ma situation.
Autant j’ai bien compris que les éventuelles plus-values (bien que je sois en buy&hold) seraient taxées dans mon pays de résidence le jour où je vend, autant j’aimerais que ça se limite uniquement à ça.
Je me méfie des prélèvements à la source sur les dividendes du pays dans lequel se situe mon compte-titre mais j’ai l’impression que ça n’a pas d’importance si c’est bien la domiciliation de l’ETF qui prime : ETF Irlandais = 15% de retenue à la source sur les dividendes des sociétés US au lieu de 30% normalement par exemple, peu importe où est le compte-titre.
Quelques questions:
  1. Un CTO “offshore” ouvert au Luxembourg (Swissquote, Internaxx, etc.) me garantirait-il une neutralité fiscale à toute épreuve? Cependant ils sont pas donnés, même si je suis prêt à trader que 3-4 fois par an uniquement pour limiter les frais.
  2. Je trouve Bourse Direct vraiment pas cher pour les ordres Euronext, dans la même trempe que Degiro (mais Degiro moins apprécié j’ai l’impression) et apparemment sont OK pour avoir des non-résidents parmis leurs clients. Est-ce que le fait que le compte soit localisé en France (ou Amsterdam pour Degiro) peut poser problème ou peu importe? Si peu importe, je suis étonné de pas voir des brokers tels que Bourse Direct plus souvent cités par des Français non-résidents, on lit bien plus souvent IB ou Saxo.
  3. J’ai déjà un compte chez IB pour les transferts de devise, cependant je ne suis pas sûr qu’il soit le plus adapté, étant un broker américain orienté investissements aux US, 10$ de frais par trade et des frais de garde mensuels.
  4. Enfin comme je vais être résident fiscal Français l’année prochaine, je pensais quand même ouvrir un PEA et 1-2 AV pour prendre date dans l’éventualité d’un retour en France. Ca peut toujours valoir le coup? Ils seront vite “gelés” une fois que j’aurai de nouveau quitté le pays mais bon.
Merci d’avance pour vos commentaires !
submitted by IllTravel7 to vosfinances [link] [comments]

Existence of stupid simple strategy

The more I look at charts and more I read about banks trololo in forex markets that they have been already convicted of.
I begin to think that there must be some simple retarded strategy that all these fegs at meg steve and galdoon sakas etc use to conspire together.
Absolute tards were caught in chats conspiring on trades which means it cant be that complicated. Otherwise Todd at Galdoon after night of blowing powder will screw it up.
There is probably some stupid simple strategy out there on some wonky timeframe from certain source that signals these fegs to buy or sell together on intra day time frame.
If you found it, send me PM explaining it - dont let other fegs here know. Much thanks
submitted by Mozdar to Forex [link] [comments]

21 ans, en dernière année d'alternance et j'ai maxé mon Livret Jeune, quelle est la suite ? (+ questions sur l'assurance vie)

Bonjour !
Throwaway pour des raisons personnelles.
Je suis actuellement en alternance dans une S2I en troisième année, avec comme situation financière :
A noter que je budgétise depuis trois ans (premières payes de stage) et que je suis financièrement indépendant de mes parents.
Quant à mon futur :
Je viens vous voir pour plusieurs raisons :
Bref, je suis à l'écoute de tout conseil/bouquin/site qui pourrait m'aider à mieux gérer ma tirelire. En parallèle, j'ai planifié un rendez vous avec ma conseillère bancaire au sujet des épargnes demain, et je me ferais un malin plaisir à croiser toute les informations que j'ai avec ce sub.
Merci par avance !
submitted by InteretFinancier to vosfinances [link] [comments]

Pedido de materiais de leitura atualizados

Damas e Cavalheiros, boa tarde. Poderiam compartilhar bibliografias atualizadas sobre os tópicos: Ações, Renda Variável, B&H, Forex e DayTrading? A área de Renda Fixa é mais tranquila mas a parte de Debêntures e LCA me chamam a atenção também. Agradeço ternamente.
Edit.: Se alguém aqui for raposa velha no mercado comercial, aceito também materiais sobre o tema: Abrindo seu próprio negócio (O Sebrae tem cursos gratuitos mas tudo que vem para complementar é muito bem vindo, correto queridos(as)?). Creio que isso se encaixe em Renda Residual. Obrigado a todos! Estou adorando as sugestões.
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